Há um mês que escuto “Oração ao Tempo” do Caetano com urgência e freqüência. Isso em casa e no carro. Nos sonhos e caminhadas ressoa continuamente: tempo tempo tempo tempo, quanto tempo for preciso. Em loops são os arrepios com o Compositor de Destinos. Seguidamente me deparo com o tom anárquico da “Poética” de Vinícius: -Meu tempo é quando, mas entro num acordo contigo, tempo tempo tempo tempo. I do not count the time. Who knows where the time goes?
Esbarrado no primeiro jubileu, vou te fazer um pedido, tempo tempo tempo tempo:

